quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Visão artificial

Os avanços da tecnologia da visão artificial


Os testes com o olho biônico começaram em 2002 e o equipamento foi aperfeiçoado. A capacidade de visão dos pacientes cresceu 50%.

Médicos reunidos em Florianópolis anunciaram uma ótima notícia sobre os avanços da visão artificial. Depois de meio século na escuridão, Harold conseguiu enxergar vultos, ele identifica as diferentes posições da cadeira e o contorno de alguns objetos. Estes foram os primeiros resultados da pesquisa desenvolvida pelo médico americano Mark Humayw. Os testes com o olho biônico começaram em 2002, de lá pra cá o equipamento foi aperfeiçoado. Este ano o especialista fez 24 novos implantes e a capacidade de visão dos pacientes, nesta segunda etapa, cresceu 50%. O médico diz que ainda está avaliando os resultados, mas o paciente poderá reconhecer com facilidade um copo, um prato, por exemplo, e inclusive pegar objetos. O olho biônico funciona assim: uma microcâmera adaptada a um óculos capta as imagens e transmite para um chip implantado dentro do olho do paciente. Este chip estimula a retina que manda as informações para o cérebro e a pessoa consegue ver. O chip não corrige qualquer tipo de cegueira. Por enquanto, só quem teve uma doença degenerativa da retina e perdeu a visão depois de adulto pode se beneficiar com esta nova tecnologia. A previsão é de que em um ano e meio o equipamento esteja à venda, até lá oftalmologistas do mundo inteiro serão treinados para fazer o implante. “É uma cirurgia delicada, porém rápida, que leva em torno de duas horas e os resultados mostram que não há nenhum tipo de contratação”, explicou o oftalmologista Ayrton Ramos.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Carlinhos

Video muito legal, nem tudo que parece é....

Fonte: youtube

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Inclusão

OS DESAFIOS
Toda criança precisa da escola para aprender e não para marcar passo ou ser segregada em classes especiais e atendimentos à parte. A trajetória escolar não pode ser comparada a um rio perigoso e ameaçador, em cujas águas os alunos podem afundar. Mas há sistemas organizacionais de ensino que tornam esse percurso muito difícil de ser vencido, uma verdadeira competição entre a correnteza do rio e a força dos que querem se manter no seu curso principal.
Um desses sistemas, que muito apropriadamente se denomina "de cascata", prevê a exclusão de algumas crianças, que têm déficits temporários ou permanentes e em função dos quais apresentam dificuldades para aprender. Esse sistema contrapõe-se à melhoria do ensino nas escolas, pois mantém ativo, o ensino especial, que atende aos alunos que caíram na cascata, por não conseguirem corresponder às exigências e expectativas da escola regular. Para se evitar a queda na cascata, na maioria das vezes sem volta, é preciso remar contra a correnteza, ou seja, enfrentar os desafios da inclusão : o ensino de baixa qualidade e o subsistema de ensino especial, desvinculadae justaposto ao regular.
Priorizar a qualidade do ensino regular é, pois, um desafio que precisa ser assumido por todos os educadores. É um compromisso inadiável das escolas, pois a educação básica é um dos fatores do desenvolvimento econômico e social. Trata-se de uma tarefa possível de ser realizada, mas é impossível de se efetivar por meio dos modelos tradicionais de organização do sistema escolar.
Se hoje já podemos contar com uma Lei Educacional que propõe e viabiliza novas alternativas para melhoria do ensino nas escolas, estas ainda estão longe, na maioria dos casos, de se tornarem inclusivas, isto é, abertas a todos os alunos, indistinta e incondicionalmente. O que existe em geral são projetos de inclusão parcial, que não estão associados a mudanças de base nas escolas e que continuam a atender aos alunos com deficiência em espaços escolares semi ou totalmente segregados (classes especiais, salas de recurso, turmas de aceleração, escolas especiais, os serviços de itinerância).
As escolas que não estão atendendo alunos com deficiência em suas turmas regulares se justificam, na maioria das vezes pelo despreparo dos seus professores para esse fim. Existem também as que não acreditam nos benefícios que esses alunos poderão tirar da nova situação, especialmente os casos mais graves, pois não teriam condições de acompanhar os avanços dos demais colegas e seriam ainda mais marginalizados e discriminados do que nas classes e escolas especiais.
Em ambas as circunstâncias, o que fica evidenciado é a necessidade de se redefinir e de se colocar em ação novas alternativas e práticas pedagógicas, que favoreçam a todos os alunos, o que, implica na atualização e desenvolvimento de conceitos e em aplicações educacionais compatíveis com esse grande desafio.

fonte: http://www.pro-inclusao.org.br/textos.html#todas

domingo, 5 de outubro de 2008

Semana de Extensão

Essa semana que passou tivemos a semana de extensão na Unb, com temas variados, um deles me chamou a tenção e tem um pouco a ver com que estudamos, necessidades especiais.

Surdez em Foco:

Um seminário organizado pela professora Celeste Azulay e alguns de seus mestrandos, conatva com uma sala da FE 5, existinham aulos surdos e ouvintes, sendo assim a cada trabalho apresentado era necessario o revezamento de interpretes da linga de sinais, um trabalho muito interessante, foi visto a principio a composição dos codigos de linguas de sinais, é necessário fazer sentido ao sinal por derivação de palavras ou composição. um outro trabalho era sobre o interprete na escola, onde ele não é muito valorizado, por sinal nem existe concurso para eles, são raras as salas que os teem para auxiliar a aprendizagem, o mais interessante foi o ultimo trabalho, o tema era sobre o convivio de surdos e ouvinte, mas o que intrigou não foi isso e sim que quem apresentava era uma menina surda e o interprete al=gora ao inves de "traduxir" para lingua de sianis, tinha o trabalho de oralizar o que ela expressava. Muito interessante mesmo.

Curiosidade:
LSB- Lingua de sinais brasileira
LIS- lingua de sinais italiana
LSF-lingua de sinais francesa
ASL-linga de sinais dos EUA
PRSL- lingua dos sinais de Porto Rico
DGO- lingua de sinais da Alemanha
HKSL- lingua de sinais de Hong Kong
JSL- lingua de sinais do Japão